Virtual Life: Revive! (… or not)

21 04 2009

Ok, guys!

Faz um tempo que não venho aqui e já está na hora de tirar o pó – senão vocês não voltam nunca mais.

As últimas semanas fizeram de mim um mero ser-vivo desprovido de internet. Andei tão cansado psicológica, emocional E fisicamente que não tinha cabeça para parar e pensar no que escrever aqui. Apesar de ter ideias, elas eram muito inviáveis, considerando o meu estado de espírito.

Para tentar dar um sum up no que houve: além do começo efetivo das aulas (que, diga-se de passagem, são quase que todas práticas), quis/tive de me inscrever em três cursos nas Oficinas Culturais do Estado de São Paulo, e pra isso tive que redigir umas cartas de interesse, que apesar de fluírem, tomam um tempo de reflexão. Também deu um rolo enorme em relação à uma disciplina: uma hora ela havia sido cancelada, depois ela foi adiada e agora surgiu um professor substituto. Enfim, ainda estamos descascando o abacaxi, então, pode levar mais um tempo (o que eu acho ótimo, mas isso cabe num post separado e com a merecida atenção). Por fim, aconteceu, e ainda está acontecendo, a Mostra de Teatro – Experimentos 09 do Tusp, com várias peças universitárias, incluindo USP, UNESP, UNICAMP, UFRJ, EAD, Escola Livre de Teatro de Santo André, a Fundação das Artes de São Caetano etc. Vale a pena conferir!

CHARGE!I’m not Wolverine. Really. R-e-a-l-l-y.

Passei um bom tempo do feriado de pernas cruzadas em frente ao computador para terminar meu projeto de gravura. A pt. 1 vem depois e aí eu dou uma discorrida sobre o trabalho todo aqui no blog, ok?

Daí que ontem, ainda um pouco “abatido”, decidi, ao invés de escrever aqui, retornar ao meu um-tanto-quanto-esquecido Google Reader, para ver o que havia de novo-slash-velho.

De cara, desencanei de ver minhas 347 atualizações no Don’t touch my moleskine, mesmo sabendo que são postagens-pílula bem atraentes; li rapidamente as do Super Effective e do Murilo, o dinossauro, o que me rendeu umas boas risadas; me senti acolhido ao ver que blogs de amigos “próximos” também ficaram ao léu por esses meses; li alguns posts do Pink Ego Box e mais alguns blogs-amigos de fuckfocas e, POR FIM, cheguei ao mundo mágico do Superziper!

Eu já havia esquecido o quão gostoso é ler DIY e dicas de organização. Assim, deixei meu “lado Monica” realmente se esbanjar em uma boa cultura de TOC-organização e Brit-pop meets Brasil. Arrisquei um tricô de dedo, que a Kika já havia me passado um tempo atrás, mas como eu estava “ausente”, só tive tempo agora. Nem preciso falar que errei, MAS sou persistente e logo logo ele sairá!

Mas o ápice do meu feriado-em-casa, vergonhosamente, foi finalmente ter criado meu perfil no plurk. Sim, mais uma daquelas ferramentas chatas que te obrigam a ser sexualmente ativo na internet. Confesso que achei ela bem trendy: Prós – lay-outs dishcolados; timeline; possibilidade de desenvolver um chat com thread a partir de uma “postagem”; integração com twitter, multiply, facebook, friendster. Contras – você tem que se viciar e mantê-lo impecavelmente ativo para “ganhar pontos”; tem um fucking bipe que te avisa quando uma conversa-thread é atualizada (acho que dá pra desativar, mas ainda assim, irrita!); desvirtua totalmente os relacionamentos virtuais.

Apesar disso, sucumbi. Confesso que sucumbi. Mesmo sabendo que é mais uma ferramente que te obrigará a dar biscoitinhos para os stalkers, colocar perfil, foto e tudo mais, dizer o que você está fazendo e tal. E, ok, sabemos que ela não é feita “pra” isso, mas vamos lá galera… Reduzindo todas as possíveis informações que te levem a um sequestro.

Fica o convite: quem tiver plurk, me add.
Quem não tiver: me convença a também não ter um.

Incrível como fucking-plurk tomou o lugar de um Bleu no meu blog. Mas vou esperar terminar de ver a trilogia para depois escrever com um mínimo de propriedade.

Música da vez: “In my arms”, Destroy Rock & Roll, do Mylo.
Filme que eu gostaria de estar vendo NOW: Head On.





Pinturas e My Seduction Style!

11 01 2009
Gente. Nada como uns dias estressantes e nada convencionais para você terminar em casa, escrevendo no seu blog, com uma cerveja ao lado. NA-DA, tejuro.

Buenas, não posso reclamar. Acho. (Mentira, posso sim! Mas não vou por falsa modéstia. Afinal de contas, pega mal reclamar nesses tempos de crises e guerras, podem nos chamar de fúteis.) Estou de férias, ouvindo música gostosa, sem prazos, sem compromissos, apenas lazeres combinados, adiados e consumidos. Ontem conheci um lugar mór bacana (propaganda não-remunerada: Art’n Pizza, na R. da Consolação, 3288), onde tinha gente bonita, “interessante”, pizza, sinuca, fliperama e um calor dos infernos. Dormi tarde, acordei cedo. Fui pra Liberdade atrás dos meus DVDs de Sakura e de um rodízio de comida japonesa — matei minha vontade de meses!

Aí cheguei aqui em casa e resolvi pintar. Na verdade-verdadeira, eu estava no ônibus voltando pra casa e ouvindo Banco de Gaia no musicplayer e pensei: chegando em casa, vou relaxar, ouvir esse cd inteiro e pintar. Tipos, é incrível o quão transe eu entro quando ouço Banco de Gaia. É maravilhoso — me leva.

Aí fui lá. Cheguei, tomei um café com a minha avó, botei minhas “telas” no chão do corredor, liguei o som, acendi uns incensos e a vela, desenterrei as tintas, tirei as roupas e pronto: pintura porque te gosto.

Assim que der, eu coloco um scanfoto das pinturas aqui no blog. Tentei filmar o processo, mas a bateria estava fraca e só filmou 6 minutos.

AH! Eu fiz este teste e, mesmo não acreditando muito nesses testes, que sempre são injustos, adorei o resultado e os resultados possíveis. É de um humor com finesse, sabe?

Sem mais — porque eu me recuso a continuar achando que eu deveria escrever sobre o filme do Gainsbourg que eu vi ontem — eu vou indo.

Adiós.