Ok, guys!
Faz um tempo que não venho aqui e já está na hora de tirar o pó – senão vocês não voltam nunca mais.
As últimas semanas fizeram de mim um mero ser-vivo desprovido de internet. Andei tão cansado psicológica, emocional E fisicamente que não tinha cabeça para parar e pensar no que escrever aqui. Apesar de ter ideias, elas eram muito inviáveis, considerando o meu estado de espírito.
Para tentar dar um sum up no que houve: além do começo efetivo das aulas (que, diga-se de passagem, são quase que todas práticas), quis/tive de me inscrever em três cursos nas Oficinas Culturais do Estado de São Paulo, e pra isso tive que redigir umas cartas de interesse, que apesar de fluírem, tomam um tempo de reflexão. Também deu um rolo enorme em relação à uma disciplina: uma hora ela havia sido cancelada, depois ela foi adiada e agora surgiu um professor substituto. Enfim, ainda estamos descascando o abacaxi, então, pode levar mais um tempo (o que eu acho ótimo, mas isso cabe num post separado e com a merecida atenção). Por fim, aconteceu, e ainda está acontecendo, a Mostra de Teatro – Experimentos 09 do Tusp, com várias peças universitárias, incluindo USP, UNESP, UNICAMP, UFRJ, EAD, Escola Livre de Teatro de Santo André, a Fundação das Artes de São Caetano etc. Vale a pena conferir!
I’m not Wolverine. Really. R-e-a-l-l-y.
Passei um bom tempo do feriado de pernas cruzadas em frente ao computador para terminar meu projeto de gravura. A pt. 1 vem depois e aí eu dou uma discorrida sobre o trabalho todo aqui no blog, ok?
Daí que ontem, ainda um pouco “abatido”, decidi, ao invés de escrever aqui, retornar ao meu um-tanto-quanto-esquecido Google Reader, para ver o que havia de novo-slash-velho.
De cara, desencanei de ver minhas 347 atualizações no Don’t touch my moleskine, mesmo sabendo que são postagens-pílula bem atraentes; li rapidamente as do Super Effective e do Murilo, o dinossauro, o que me rendeu umas boas risadas; me senti acolhido ao ver que blogs de amigos “próximos” também ficaram ao léu por esses meses; li alguns posts do Pink Ego Box e mais alguns blogs-amigos de fuckfocas e, POR FIM, cheguei ao mundo mágico do Superziper!
Eu já havia esquecido o quão gostoso é ler DIY e dicas de organização. Assim, deixei meu “lado Monica” realmente se esbanjar em uma boa cultura de TOC-organização e Brit-pop meets Brasil. Arrisquei um tricô de dedo, que a Kika já havia me passado um tempo atrás, mas como eu estava “ausente”, só tive tempo agora. Nem preciso falar que errei, MAS sou persistente e logo logo ele sairá!
Mas o ápice do meu feriado-em-casa, vergonhosamente, foi finalmente ter criado meu perfil no plurk. Sim, mais uma daquelas ferramentas chatas que te obrigam a ser sexualmente ativo na internet. Confesso que achei ela bem trendy: Prós – lay-outs dishcolados; timeline; possibilidade de desenvolver um chat com thread a partir de uma “postagem”; integração com twitter, multiply, facebook, friendster. Contras – você tem que se viciar e mantê-lo impecavelmente ativo para “ganhar pontos”; tem um fucking bipe que te avisa quando uma conversa-thread é atualizada (acho que dá pra desativar, mas ainda assim, irrita!); desvirtua totalmente os relacionamentos virtuais.
Apesar disso, sucumbi. Confesso que sucumbi. Mesmo sabendo que é mais uma ferramente que te obrigará a dar biscoitinhos para os stalkers, colocar perfil, foto e tudo mais, dizer o que você está fazendo e tal. E, ok, sabemos que ela não é feita “pra” isso, mas vamos lá galera… Reduzindo todas as possíveis informações que te levem a um sequestro.
Fica o convite: quem tiver plurk, me add.
Quem não tiver: me convença a também não ter um.
Incrível como fucking-plurk tomou o lugar de um Bleu no meu blog. Mas vou esperar terminar de ver a trilogia para depois escrever com um mínimo de propriedade.
Música da vez: “In my arms”, Destroy Rock & Roll, do Mylo.
Filme que eu gostaria de estar vendo NOW: Head On.
Virtual Life: Revive! (… or not)
21 04 2009Ok, guys!
Faz um tempo que não venho aqui e já está na hora de tirar o pó – senão vocês não voltam nunca mais.
As últimas semanas fizeram de mim um mero ser-vivo desprovido de internet. Andei tão cansado psicológica, emocional E fisicamente que não tinha cabeça para parar e pensar no que escrever aqui. Apesar de ter ideias, elas eram muito inviáveis, considerando o meu estado de espírito.
Para tentar dar um sum up no que houve: além do começo efetivo das aulas (que, diga-se de passagem, são quase que todas práticas), quis/tive de me inscrever em três cursos nas Oficinas Culturais do Estado de São Paulo, e pra isso tive que redigir umas cartas de interesse, que apesar de fluírem, tomam um tempo de reflexão. Também deu um rolo enorme em relação à uma disciplina: uma hora ela havia sido cancelada, depois ela foi adiada e agora surgiu um professor substituto. Enfim, ainda estamos descascando o abacaxi, então, pode levar mais um tempo (o que eu acho ótimo, mas isso cabe num post separado e com a merecida atenção). Por fim, aconteceu, e ainda está acontecendo, a Mostra de Teatro – Experimentos 09 do Tusp, com várias peças universitárias, incluindo USP, UNESP, UNICAMP, UFRJ, EAD, Escola Livre de Teatro de Santo André, a Fundação das Artes de São Caetano etc. Vale a pena conferir!
Passei um bom tempo do feriado de pernas cruzadas em frente ao computador para terminar meu projeto de gravura. A pt. 1 vem depois e aí eu dou uma discorrida sobre o trabalho todo aqui no blog, ok?
Daí que ontem, ainda um pouco “abatido”, decidi, ao invés de escrever aqui, retornar ao meu um-tanto-quanto-esquecido Google Reader, para ver o que havia de novo-slash-velho.
De cara, desencanei de ver minhas 347 atualizações no Don’t touch my moleskine, mesmo sabendo que são postagens-pílula bem atraentes; li rapidamente as do Super Effective e do Murilo, o dinossauro, o que me rendeu umas boas risadas; me senti acolhido ao ver que blogs de amigos “próximos” também ficaram ao léu por esses meses; li alguns posts do Pink Ego Box e mais alguns blogs-amigos de fuckfocas e, POR FIM, cheguei ao mundo mágico do Superziper!
Eu já havia esquecido o quão gostoso é ler DIY e dicas de organização. Assim, deixei meu “lado Monica” realmente se esbanjar em uma boa cultura de TOC-organização e Brit-pop meets Brasil. Arrisquei um tricô de dedo, que a Kika já havia me passado um tempo atrás, mas como eu estava “ausente”, só tive tempo agora. Nem preciso falar que errei, MAS sou persistente e logo logo ele sairá!
Mas o ápice do meu feriado-em-casa, vergonhosamente, foi finalmente ter criado meu perfil no plurk. Sim, mais uma daquelas ferramentas chatas que te obrigam a ser
sexualmenteativo na internet. Confesso que achei ela bem trendy: Prós – lay-outs dishcolados; timeline; possibilidade de desenvolver um chat com thread a partir de uma “postagem”; integração com twitter, multiply, facebook, friendster. Contras – você tem que se viciar e mantê-lo impecavelmente ativo para “ganhar pontos”; tem um fucking bipe que te avisa quando uma conversa-thread é atualizada (acho que dá pra desativar, mas ainda assim, irrita!); desvirtua totalmente os relacionamentos virtuais.Apesar disso, sucumbi. Confesso que sucumbi. Mesmo sabendo que é mais uma ferramente que te obrigará a dar biscoitinhos para os stalkers, colocar perfil, foto e tudo mais, dizer o que você está fazendo e tal. E, ok, sabemos que ela não é feita “pra” isso, mas vamos lá galera… Reduzindo todas as possíveis informações que te levem a um sequestro.
Fica o convite: quem tiver plurk, me add.
Quem não tiver: me convença a também não ter um.
Incrível como fucking-plurk tomou o lugar de um Bleu no meu blog. Mas vou esperar terminar de ver a trilogia para depois escrever com um mínimo de propriedade.
Música da vez: “In my arms”, Destroy Rock & Roll, do Mylo.
Filme que eu gostaria de estar vendo NOW: Head On.
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