Ok, não é irreal, apenas paixonite que dói porque é impossível.
Minha única pergunta é: por quê, raios?! Será que as sete vezes anteriores não bastaram?
Sabe aquela sensação que te faz pensar na pessoa o dia inteiro, te deixa com aquela coisinha meio amarga no peito e com uma quietude na boca? É. Muito infanto-juvenil pro meu gosto.
Admito que gosto de sentir isso, gosto de sentir algo que me ocupa a mente e tira ela de tantos outros lugares. Mas é uma droga saber que isso machuca, que isso dói e que isso me entristece. Prefiro me deprimir com coisas mais próximas como pais brigando, pessoas se mantando e crianças sendo tacadas de prédios. Mas não: o coração vai lá e escolhe alguém.
Que saco. O pior é saber que não tem o que fazer. Tenho que esperar a fichar cair… de novo. Não é pela mesma pessoa, mas a ficha tem que cair. Não queria que ela caísse, queria que tudo pudesse dar certo. N’outro dia, n’outro lugar (35° 57′ N / 79° 02′ O) e comigo sendo outra pessoa. Às vezes não sei se me sinto triste pelo o que está havendo do lado de fora ou do lado de dentro.

